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Dermatologia

Saiba mais

sobre o melasma

DRA. NATÁSSIA PIZANI

Médica  formada pela Universidade Federal Fluminense, Especialista em Dermatologia  pela Universidade Federal Fluminense, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia

 

Consultoria

Rua Cel Joaquim Costa,  215

Telefone: (35) 3551-0414

Guaxupé

Melasma é uma mancha acastanhada que compromete preferencialmente a face das mulheres jovens com prejuízo marcante da autoestima. É muito frequente no Brasil devido à alta prevalência da mistura de peles e etnias.

O melasma é crônico e piora devido a inúmeros fatores como  sol, calor, luzes em geral, estresse, hormônios, traumas e irritações.

 

Tratamento

 

Tratamento do melasma é difícil devido à cronicidade e à multiplicidade de fatores envolvidos. O uso do filtro solar é fundamental e o mesmo deve ter características especiais, como:

· Proteção em relação a UVB (FPS) e UVA (PPD)

· Número alto de proteção >30 para UVB e >10 para UVA

·  Potencial de esconder a mancha dando boa cobertura

·  Ter pigmento semelhante a uma base para proteger a luz visível

·  Não inflamar a pele e não facilitar espinhas

 

O tratamento do dia a dia deve ser feito com cremes clareadores que não podem inflamar a pele e precisam ser usados alternadamente com hidratantes e antioxidantes.

O ativo mais usado para tratamento do melasma ao longo do tempo é a hidroquinona, que tem excelente potencial clareador. No entanto, hidroquinona no tratamento do melasma tem seus inconvenientes, pois é um produto tóxico para a pele prejudicando o melanócito; pode desencadear manchas brancas no meio da área escura; pode provocar ocronose com o uso prolongado; pode causar dermatite de contato com irritação e avermelhamento.

Mas há  uma nova opção para o tratamento do melasma: a cysteamina. Ela vem sendo pesquisada desde 1968 quando um estudo em animais demonstrou seu alto potencial clareador. Devido a sua instabilidade química e odor forte suspenderam sua utilização clínica. Em 2010, uma nova tecnologia permite a sua estabilização e melhoria do odor.

O mecanismo de ação da cysteamina inclui a inibição da tirosinase e peroxidase, a redução da dopaquinona, a inibição da oxidação e o aumento da glutationa local (antioxidante).

O uso local da cysteamina numa fórmula estabilizada e de aroma agradável promove melhores resultados no tratamento do melasma do que a hidroquinona - e com menos efeitos colaterais.

A cysteamina tópica é uma ótima alternativa ao tratamento com a fórmula tríplice (hidroquinona, ácido retinóico e corticoide) que é o padrão ouro para o melasma. A associação com laser de pulso rápido e baixa energia e microagulhamento, melhora ainda mais os resultados finais. Mas lembre-se: consulte sempre seu médico.

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