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Dermatologia

Você já se consultou com um Dermatologista?

 

DRA. NATÁSSIA PIZANI

Médica  formada pela Universidade Federal Fluminense, Especialista em Dermatologia  pela Universidade Federal Fluminense, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia

 

Consultoria

Rua Cel Joaquim Costa,  215

Telefone: (35) 3551-0414

Guaxupé

Um estudo feito pelo Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology, órgão semelhante à Sociedade Brasileira de Dermatologia estimou a prevalência de doenças de pele fora do ambiente médico típico. Os dados são surpreendentes.

As doenças de pele podem ser mais prevalentes do que se pensava. Isso por que quase 65% dos participantes do estudo tinham alguma doença ou alteração de pele, mas não sabiam podem ser mais prevalentes do que se pensava. Isso por que quase 65% dos participantes do estudo tinham alguma doença ou alteração de pele, mas não sabiam

As doenças de pele são classificadas como a quarta causa mais comum de doença humana, mas talvez ela seja ainda mais prevalente, já que muitas pessoas afetadas não consultam um médico. Para incluir pessoas que nunca ou raramente procuram assistência médica, o estudo não se baseou em dados de seguro de saúde, mas em dados coletados na Oktoberfest de Munique, na Alemanha. Exames de triagem foram realizados aleatoriamente em visitantes participantes.

Dos 2.701 indivíduos do estudo, pelo menos uma anormalidade da pele foi observada em 1.662 dos participantes (64,5%). Segundo o estudo, os diagnósticos mais comuns foram queratose actínica (26,6%), rosácea (25,5%) e eczema (11,7%). As doenças de pele aumentaram com a idade e foram mais frequentes nos homens (72,3%) do que nas mulheres (58,0%). Quase dois terços dos participantes afetados não tinham conhecimento de seus achados anormais na pele. Como o estudo é europeu, por conta das diferenças climáticas, é possível que a rosácea não seja tão prevalente no Brasil, no entanto as outras doenças continuam como preocupação mundial.

O maior perigo é o câncer de pele e, embora o diagnóstico de câncer de pele normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença, segundo a SBD. Qualquer lesão que coce, doa ou sangre e que aumente de tamanho com rapidez ou apresente sensibilidade, precisa ser examinada por um dermatologista, que fará então uma dermatoscopia manual ou de preferência digital avaliando a necessidade da retirada cirúrgica. Além do check-up anual, assim que você notar qualquer situação em que sua pele se comporte de uma maneira diferente, observando qualquer alteração, é indicado buscar auxílio de um dermatologista para o tratamento do problema.

Dessa forma, estudo reforça o quanto as campanhas de informação e conscientização são necessárias para abordar melhor essa questão negligenciada e reduzir a carga global de doenças de pele. Nesse ponto, a visita anual ao dermatologista é primordial, para averiguação da condição da pele e detecção de doenças, que muitas vezes o paciente não está familiarizado.

Além disso, é fundamental exame dermatológico completo na primeira consulta (e anualmente), qualquer que seja a queixa. Não é obrigação do paciente saber o que é ou não preocupante em sua pele. Porém, é preciso que este faça também sua parte e procure um dermatologista para checkup anual. Diz o ditado: quem procura acha. Acrescento: quem acha trata!

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