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Fisioterapia
Prof. Dr. Luiz Henrique G. Santos

Dor Lombar ou

dor nas costas?

Saiba por que a ciência condena os tratamentos mais comuns e mostra que são ineficientes

Segundo o último levantamento do IBGE, a dor lombar crônica é hoje a segunda maior queixa entre os brasileiros e só perde para a hipertensão. Cerca de 27 milhões de brasileiros sofrem com esta doença.

Recentemente, uma importante e respeitada revista cientifica britânica publicou que as pessoas estão acostumadas a procurar por tratamentos ineficientes e isso leva a cronicidade. A ineficiência passa por recomendações de repouso e uso prolongado de medicamentos pois, há mais de 10 anos, a ciência em todo o mundo recomenda que as pessoas se mantenham ativas. Análgésicos, repouso prolongado e até a sugestão de cirurgias são alguns conselhos e recomendações que os pacientes têm recebido de profissionais da saúde (principalmente médicos)  que estão como primeiro contato. Muitas vezes são responsáveis pelas cirurgias e prescrição de medicamentos. Os excessos de exames por imagem são desnecessários pois não mostram a área da dor e ainda relacionam a dor a muitas alterações estruturais que não representam a causa, fazendo com que estas novas informações sejam nocivas à saúde dos pacientes. As cirurgias ainda são realizadas em grande escala e deveriam estar como uma exceção - pois não têm resolvido à situação clínica dos pacientes.

Grande parte desta população apresenta a famosa recidiva. Ou seja, em alguns (poucos) meses estes pacientes apresentarão retorno do quadro de dor e, consequentemente, incapacidade. É  o que a literatura tem demonstrado ao longo dos anos. Os dados apontados por esta importante revista demonstra mais uma vez que profissionais com o fisioterapeuta tem sido a melhor indicação para desenvolver condutas que podem colaborar com a rápida melhora clínica, principalmente prevenir dores crônicas. Com isso, os pacientes passarão por avaliação, programas de educação em dor, terapias para controle do estresse, ansiedade ou depressão, respeitando a individualidade de cada um - e a necessidade de um acompanhamento de qualquer outro profissional da saúde. As orientações passam por ingressar em um programa de exercícios orientados por fisioterapeutas especialistas, ter acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que pode enconrajá-los a manterem-se ativos no trabalho e estabelecer metas para ter uma vida com hábitos saudáveis. Também ter qualidade do sono, relacionamentos no trabalho e em casa, valorização da vida social e nunca ter receio de movimentar-se. As orientações associam-se a prescrição de exercícios específicos e voltados para a necessidade clínica dos pacientes, encontradas após uma criteriosa avaliação em relação aos padrões de movimento frente ao quadro da dor e limitação.

Hoje o Instituto Sulmineiro de Cabeça e Pescoço – ISCP é pioneiro ao apresentar à Guaxupé uma equipe multidisciplinar que atua em todas as possibilidades de melhora clínica para pacientes com dores crônicas e da coluna vertebral. Conheça nossas facilidades de integração profissional para qualificar o seu tratamento. Como aponta esta série de artigos científicos publicados no periódico The Lancet, o investimento em qualidade de informações (atualizadas) pode significar economia financeira com medicamentos, exames por imagem e, principalmente, cirurgias.

 

 

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Coordenador do curso de Fisioterapia do UNIFEG

Diretor clínico do Instituto Sulmineiro de Cabeça e Pescoço

 

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