Conteúdo para toda família

Fisioterapia
Prof. Dr. Luiz Henrique G. Santos

Por que esta

dor não passa?

Coordenador do curso de Fisioterapia do UNIFEG

Diretor clínico do Instituto Sulmineiro de Cabeça e Pescoço

 

Rua Cel JoaquimCosta, 115

Telefone: (35)99182-7771

Guaxupé MG

Recebo pacientes para a avaliação e percebo que a condição que os deixa mais intrigados é a dor. “Doutor, eu fiz de tudo, e por que esta dor não passa?”. Quando começo a conversar com meus pacientes, muitos deles demonstram esta ansiedade ou até mesmo, frustração ao falar do período em que a dor os acompanha.

É isso mesmo, a dor passa a ser uma acompanhante! Quando falamos de dor músculo esquelética como podemos citar: dor na coluna, joelho, ATM, ombro, pé, entre outras estruturas, temos que entender que necessariamente a dor pode não estar associada apenas a estrutura. E é aí que entra o papel do profissional da saúde. Pois, a maioria dæos pacientes já passaram por mais de 5 profissionais para avaliar e tratar suas dores. Ou seja, inúmeros investimentos em tratamentos a múltiplos diagnósticos diferentes, e o problema principal (a dor) não se resolve. O que a ciência tem nos mostrado ao longo dos últimos 20 anos, é que, a dor é muito mais que um processo inflamatório, ou irritativo de um tecido. A dor é uma condição muito mais ampla, e após inúmeras pesquisas, o Prof. Lorimer Moseley publicou em 2015 uma definição que se assemelha mais aos últimos achados da ciência: “Dor é uma resposta perceptiva de proteção que pode ser evocada por informações sensoriais, psicológicas e contextuais que sugiram ao cérebro que o corpo está em perigo”. Ou seja, a ansiedade ou frustração também são condições que influenciam na resposta do cérebro em produzir mais dor. Porém, a mesma definição demonstra que, os fatores contextuais e as informações que nós recebemos sobre a nossa condição clínica, são altamente responsáveis pela sua melhora ou até piora. Existem formas de avaliar a condição que o seu corpo esta respondendo aos possíveis estímulos nocivos a sua condição. Em Guaxupé, temos pioneirismo na avaliação e tratamento, com uma linha de trabalho que valoriza as mudanças de patamar aos pacientes, e que fazem depender cada vez menos de serviços de saúde para viver bem. Entendemos que métodos passivos (medicamentos, repouso, massagens, recursos eletroterápicos, entre outros), não são indicados no tratamento da dor crônica (justamente por que não são eles os responsáveis pela melhora definitiva dos pacientes).

Estas condições não são apenas ditas por nossa equipe no ISCP, mas pela ciência em todo o mundo. Temos que mudar a nossa forma de enxergar o paciente com dor persistente como uma condição definitiva, pois, a maioria tem grandes possibilidades de melhora e com o menor gasto possível.

 

INSTAGRAM

Curta esta página no Facebook

Poste no seu Twitter

© EDITORA MÍDIA LTDA | Av. Conde Ribeiro do Valle, 255 | 2º Andar | Sala 8

Telefone: (35) 3551-2040 | Cep 37800-000 |  Guaxupé | MG